Parábola das Minas – Talentos

Captura de Tela 2018-11-07 às 11.22.07 PMCerto homem nobre viajou e deu aos servos dez minas. Quando voltou de viagem entrou em contato com os servos a quem tinha dado o dinheiro.

O primeiro disse a seu Senhor que o seu dinheiro rendeu dez vezes mais e como prêmio lhe foi dado o controle de dez cidades. Este servo foi considerado um servo FIEL.

O segundo fez o dinheiro render cinco vezes mais, ou cinco minas e ganhou cinco cidades que ficaram sob seu controle.

O terceiro servo guardou a mina, ou o dinheiro, entregando ao seu Senhor exatamente aquilo que recebeu alegando que sentiu medo por ser o seu Senhor um homem que toma o que não deu e colhe o que não semeou. Este foi considerado ser um MAU SERVO por não ter feito render o dinheiro do amo que exigia que seu dinheiro retornasse a ele multiplicado, ou com juros. Como castigo, a mina ou dinheiro desse servo lhe foi retirado e dado àquele que conseguiu multiplicar o dinheiro dez vezes mais.

A alegação para este comportamento foi a seguinte: “a qualquer que tiver ser-lhe-á dado, mas ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado”. E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim.

O que Jesus ensina nesta parábola?

– Esta parábola, que nunca é comentada com os fiéis dentro da Igreja, é muito CLARA e não deixa dúvidas. Como deve funcionar a nossa sociedade?
– Nesta parábola não foi perguntado àquele que multiplicou o dinheiro em dez vezes, como ele fez isso. NÃO IMPORTA os meios para se enriquecer ou enriquecer o seu dono. O importante, segundo Jesus, é dar lucro ao patrão. Mesmo não dando prejuízo MAS, se não deu lucro, você será castigado. O lucro neste caso independe de valores éticos ou morais. Não existe isso. A honestidade é condenada, é um mal, e quanto mais honesto você for, mais prejudicado você vai ser e até o pouco que têm lhe será tomado, inclusive a sua própria vida.

O Senhor confirmou o que disse o servo: Aquele que manda e é dono do escravo toma o que não é dele e colhe o que não semeou. Ou seja, está se valorizando aqui o parasita social, o estelionatário e o usurpador, como sendo o Senhor ou o servo desonesto. Aquele que não enriquece o seu Senhor, multiplicando os seus bens é um Mau Servo.

Ana Burke

4 comentários sobre “Parábola das Minas – Talentos

  1. O texto já diz que é uma parabola. A parabola fala que os verdadeiros cristaos(servo)vao dar fruto e serem obedientes. Vc está mal intencionada. Assim como sobre jesus X paulo. Paulo recebeu a revelaçao no terceiro céu do cristo ressuscitado,ele fala dos bens já realizados. Jesus nos dias da sua carne era judeu e venho tratar com os judeus,o propio paulo fala isso em romanos15:8 Jesus e os doze foram para os da circuncisao(judeus) Vc nao faz parte do sistema religioso “cristao”,mas esta izolando versiculos igual eles fazem. Passe bem.

    • Tá….A bíblia é mentirosa e ninguém consegue interpretar. O seu Deus fala que linguagem? A linguagem dos ignorantes ou a linguagem dos cegos e surdos ou a linguagem dos OPORTUNISTAS? Qual deles você é?

  2. PARTÍCULA E ONDA AHenriqueFGuimarães//Andreas Nora

    Os meios, por mais imorais e hediondos que sejam, são friamente perpetrados quando o fim é o dinheiro. AHenriqueFGuimarães

    Ah, vil metal… Quantas merdas o seu poder horroroso, asqueroso e satânico tem provocado!
    Poder de imundícies, poder que cria volubilidade torpe desde o núcleo familiar até às altas esferas sociais jogando o homem contra o homem, o irmão contra o irmão.
    Ah, vil metal… Quantas cagadas, atos despudorados, ignóbil e destruidor o seu poder tem enlameado o sangue do homem.
    Poder de excremento, poder que cria fedentina que recende a carniça; podridão dos manipuladores do inocente sentimento alheio.
    Ah, vil metal… Quantas merdas, cagadas e vidas ceifadas você fez e continua fazendo… Assim… Simplesmente fazendo pela satisfação de um cofre cheio… Cheio de dinheiro, de ouro, de brilhantes? Não. Não… NÃO!!… Cheio de merda a vazar pelas delgadas fissuras da porta e a empestar o ar como uma carne em putrefação: CARNIÇA!
    O autor da máxima em questão, como eu bem o conheço, é gentil, elegante, e trata as palavras em seus textos com a delicadeza que elas merecem (já fiz essa citação numa das resenhas anteriores e volto a fazê-la porque ele a merece e quero pontuá-la), e diz com refinamento que “Os meios (…), são friamente perpetrados quando o fim é o dinheiro.”, e ele, o autor-pensador-escritor, está corretíssimo em sua colocação, pois a todo o momento estamos a presenciar a prática de atos execráveis em troca dos cifrões que friamente caem em contas bancárias a engordá-las. E o mais repugnante disso tudo é que a cada dia mais, a sociedade confunde francamente (e apoia com mesura) o valor ético-moral de uma pessoa pelo que ele possui em bens materiais (ou mostra possuir), e não pela sua idoneidade, pelo seu caráter, pelo seu escorreito comportamento social; infelizmente; mazela; opróbrio; olhar zarolho para o que de mais belo é: a Vida! – Mas esta se torna corrompida!
    Não sabemos se essa nossa existência será a única que teremos para mostrar e colocar à prova o nosso crescimento moral, ético, social e espiritual. Por que então deixarmos os meios imorais e hediondos nos entorpecer a ponto de pisarmos em pescoços para que mais um níquel pingue numa caixinha?
    Andreas Nora
    São Paulo, 18-11-2015

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